A primeira parte do projeto foi entregue: WhatsApp e Instagram entraram no sistema oficial, sem trocar de número e sem parar a loja. Em 12 dias ele registrou 2.418 conversas e já mostrou onde a loja ganha e onde perde dinheiro. Esse documento é o mapa do projeto inteiro — o que já rodou, o que vem, e o que isso devolve pra você.
A Meta aprovou a conexão oficial e a gente ligou o sistema sem trocar o número, sem trocar de chip e sem parar a operação por um minuto. Desde então ele registra tudo — inclusive o atendimento que a equipe faz pelo celular. É por isso que os números que você vai ver nas próximas páginas não são projeção: são a sua operação, medida.
A gente inverteu a ordem de propósito. Em vez de ligar o assistente virtual logo de cara, a primeira fase é 100% humana: primeiro os canais unificados e a equipe confortável no sistema, depois o assistente. O motivo é simples — assistente que entra antes da operação estar organizada aprende o processo errado e queima a confiança da equipe. Ele continua no plano, com data própria, mais adiante nesta página.
Essas são as oito dores que a gente mapeou no começo do projeto. O selo em cada uma mostra onde ela está hoje — três já saíram do caminho na primeira fase.
Cinco pessoas em um número só, volume alto: a Meta entendeu como bot e bloqueou. A operação perdeu o canal principal por meio ano.
Hoje: o número virou oficial pela própria Meta em 01/08. O risco de banimento por uso irregular saiu da mesa — e o número continua sendo o mesmo de sempre.
Os contatos dos clientes ficam salvos no aparelho e no chip do vendedor. Se o iPhone dá defeito, o chip quebra ou o aparelho é perdido, a base inteira vai junto. Não tem cadastro central, não tem backup, não tem segurança.
Quantas vendas saíram hoje? Quem está atendendo agora? Quem fechou mais essa semana? Antes, a resposta era olhar planilha. E planilha sempre está desatualizada.
Hoje: o sistema já registra tudo e a gente já consegue tirar leitura da operação — foi assim que descobrimos que 1 em cada 12 conversas fica sem resposta. Os painéis prontos pra você olhar sozinho vêm na próxima fase.
Boa parte dos leads entra pelo Direct e migra pro WhatsApp pra fechar. Antes, o atendente recontava tudo do zero e o cliente esfriava no caminho.
Hoje: os dois canais caem no mesmo painel desde 06/08. E a medição trouxe uma descoberta: quem chega pelo WhatsApp dá sinal de compra 2,4× mais que quem chega pelo Direct — foi por isso que a verba de anúncio migrou pro WhatsApp.
Cliente para de responder no meio da conversa. Cada atendente decide se insiste ou se deixa pra lá. Sem cadência, sem motivo de perda registrado, sem tentativa de recuperar.
Dois atendentes vendendo o mesmo iPhone ao mesmo tempo. Reserva sem prazo. Aparelho que sumiu da prateleira mas ninguém atualizou.
90% das vendas da loja vêm de tráfego pago. Antes, ninguém sabia qual criativo realmente vende — e a Meta também não, porque faltava o rastreamento correto.
Hoje: 23 anúncios já chegam com rastro até a conversa que geraram. Ainda não é a venda inteira rastreada (isso vem na fase de atribuição), mas já foi suficiente pra realocar verba com dado próprio e fechar o mês 18% mais barato por conversa de qualidade.
Cliente quer dar o iPhone antigo de entrada, e cada negociação vira invenção do atendente. Sem critério, sem termo de aceite, motoboy chega e descobre que aparelho não bate.
A gente acredita no jeito sanduíche: máquina faz o trabalho chato (responder na hora, qualificar, dar preço, mandar catálogo), pessoa faz o trabalho que vende (negociar, criar relação, fechar). Toda venda continua sendo do vendedor humano.
Cliente manda mensagem a qualquer hora. O assistente virtual responde em segundos, qualifica, manda foto e preço, agenda entrega ou avisa o vendedor humano.
Quando o lead esquenta de verdade, o vendedor humano entra. Lê o contexto inteiro no painel, continua a conversa de onde parou, oferece desconto, fecha o pedido.
Depois que o pedido sai pra entrega, o assistente volta: pesquisa de satisfação, pedido de avaliação no Google, lembrete de recompra daqui a 18 meses.
Cinco etapas. Tudo conectado por um sistema central que registra cada passo, e a gestão enxerga em tempo real no celular.
Cliente vê o anúncio no Instagram ou Facebook e clica.
Conversa cai no WhatsApp (69%) ou no Direct (31%) — medido em agosto. Assistente responde na hora, nos dois.
Vendedor vê todas as conversas em uma tela só, com histórico e contexto.
Pagamento confirmado, motoboy avisado, nota fiscal emitida. Tudo automático.
Cliente recebe pesquisa, avaliação no Google, lembrete de recompra meses depois.
Dois recortes do que esse sistema entrega. Os painéis já rodam com dados reais da sua operação (corte de 12/08); as conversas mostram o jeito que o assistente vai atender quando entrar, na fase dele.
Cliente manda mensagem, o assistente qualifica e dá preço, e quando esquenta passa pro vendedor humano com todo o contexto.
Vendas, faturamento, performance por vendedor, alertas. O gerente abre o painel e responde "como foi o dia?" sem perguntar pra ninguém.
Esse era o maior receio do projeto: pra ligar o WhatsApp da loja na API oficial da Meta (o que destrava a IA, o painel central e o atendimento em escala), o caminho antigo obrigava a trocar de chip e perder o número que toda a clientela já tem salvo. A Meta lançou o Coexistence Mode e mudou essa regra de uma vez.
O contato que toda a base de clientes já tem salvo continua igual. Nenhuma divulgação, cartão de visita ou link de anúncio precisa ser refeito.
A mensagem do cliente chega na API (pra IA atender em segundos) e no WhatsApp Business do vendedor (pra ele assumir quando precisar) — em paralelo, sem conflito.
O número fica registrado direto na Meta como conta verificada. O banimento de 6 meses que aconteceu ano passado deixa de ser um risco técnico possível.
Tudo o que está no aparelho hoje (conversas, fotos enviadas, áudios, contatos) continua acessível pro vendedor. A migração não apaga nada.
O Coexistence Mode foi lançado pela própria Meta em 2024 e é hoje o caminho recomendado pra quem já tem operação ativa no WhatsApp Business e quer ligar a API. Não é gambiarra de terceiro: é recurso oficial, disponível pra contas no Brasil, com aprovação direta no Business Manager.
Cada fase tem o que a gente constrói e o que muda no dia a dia da loja. As duas primeiras já estão entregues. Não colocamos data nas seguintes de propósito: algumas dependem de aprovação da Meta, que tem prazo próprio — e prometer data que não depende da gente seria desonesto. A ordem, essa sim, está fechada.
Pra deixar claro o que tem por baixo, listamos abaixo cada item que o sistema consome por mês: servidor, inteligência artificial, APIs oficiais da Meta, transcrição de áudio, monitoramento. Todos eles entram pela Actos, não pela iPhone Belém — inclusive nos meses de pico, quando passam do esperado.
Pra esse projeto andar nos prazos previstos, alguns itens dependem da iPhone Belém ou da equipe. Listamos pra evitar surpresa.
Na primeira versão deste documento, essa conta era feita no chute: a gente não tinha como medir a sua operação. Agora tem. Os números abaixo saem de 12 dias de dados reais (01 a 12 de agosto) e por isso ficaram maiores do que a estimativa original — inclusive porque o ticket médio que a gente usava, R$ 3.500, estava abaixo do real.
O sistema mediu R$ 5.183 de ticket médio nas vendas que ele identificou — bem acima dos R$ 3.500 que a gente usava na conta antiga, e em linha com a faixa de R$ 4.500 a R$ 5.000 que você confirmou. Toda a matemática abaixo foi refeita com R$ 4.750, o piso dessa faixa.
Enquanto o projeto avança pelas fases, isso aqui já roda em paralelo — e continua rodando depois que tudo estiver entregue.
Fora disso fica só o que for desenvolvimento de funcionalidade nova grande — algo que não está nas fases do projeto. Se aparecer, a gente conversa antes.
Sem prometer data pra cada fase — algumas dependem de aprovação da Meta, que tem prazo próprio. O que dá pra garantir é a ordem, e o que cada uma destrava pra você.
Este documento é o mapa do projeto. Pra acompanhar o resultado atualizado da operação — conversas, vendas identificadas e o que a gente descobriu no período — tem uma página só disso: iphone-belem-projeto.pages.dev.